A fábrica. Um cadáver que jaz de pé...

Passei pela fábrica.
Parei, olhei, olhei e…




Que estava morta eu já sabia. Só não tinha ainda reparado como se tem decomposto lentamente…


Um defunto que estranhamente se mantém de pé, na valeta da EN1, onde todos passam, têm pena e até poderão, quem sabe, verter uma lágrima.



Podemos ver como é triste o fim de um pobre cadáver…

4 comentários:

seaskyhertzianno disse...

Hoje está quase desfeita e irreconhecível devido ao temporal e ao vandalismo.

Ricardo Sa disse...

E mesmo muito triste um simbolo dos nossos antepassados tao mal tratado. Um patrimonio luso esquecido. O que tinhamos de melhor neste pais esta mesmo por um fio de desaparecer por completo.

Ricardo Sa disse...

E mesmo muito triste um simbolo dos nossos antepassados tao mal tratado. Um patrimonio luso esquecido. O que tinhamos de melhor neste pais esta mesmo por um fio de desaparecer por completo.

Fabio Gomes disse...

É pena ninguém recompô-la ou seja restaura-la