A fábrica. Um cadáver que jaz de pé...
Passei pela fábrica.
Parei, olhei, olhei e…
Que estava morta eu já sabia. Só não tinha ainda reparado como se tem decomposto lentamente…
Um defunto que estranhamente se mantém de pé, na valeta da EN1, onde todos passam, têm pena e até poderão, quem sabe, verter uma lágrima.







